Santo Agostinho » A ponta do Fio que forma o Tecido da História

Irmãs Agostinianas Missionárias

A história da humanidade pode-se comparar a um grande e colorido tapete: fios das mais variadas espessuras, em sua multiplicidade de cores, trançados de mil jeitos, formando um único tecido capaz de fascinar aqueles que se dispõem a contemplá-lo e de levá-los a puxar uma de suas pontas e por também a tecer...

O mês de agosto, de uma maneira muito especial, leva-nos a identificar, no grande tapete, um hábil tecelão do fim do século IV e começo do V. Trata-se de Aurélio Agostinho, filho de Mônica e de Patrício, irmão de Perpétua e Navígio e pai de Adeodato. Nascido no Norte da África.

No trançado de fios não é difícil identificar as marcas de um Agostinho adolescente, apaixonado, lançado a orgias, mas inquieto, estudioso, sedento da verdade; um jovem que pensa, investiga, e que também confunde as coisas: aspira pela verdade e a busca e escorrega no lodo das ofertas mentirosas e se atola nas paixões do efêmero, passageiro.

Como não cessa de buscar acaba por encontrar o caminho que o conduz à Verdade. As leituras, o estudo, a sua capacidade de admirar pessoas que conseguiram mudar de vida, e de fazer amizade com elas, a escuta a sua mãe, tecem o que podemos chamar de META, o ponto para onde se orienta a sua vida.

Teceu de tal maneira a parte que lhe tocou no grande tapete da humanidade que, além de tornar o tapete mais bonito, deu-lhe a durabilidade dos séculos, o brilho da sabedoria, o entusiasmo da continuidade. Contou-nos, no seu livro – “As Confissões” – a sua experiência de aprendiz, e ao contá-la revelou-se como um grande mestre. Somos muitos os que admiramos a beleza e o brilho do seu trançado humano, cristão, teológico, filosófico, literário, que queremos mostrar esta beleza para outros e tentamos continuar esta grande obra de tecelagem histórica.

Fio da Humanidade

E você?

Quer entrar nessa?

Quer dar continuidade à confecção deste tapete agostiniano que é parte do grande tapete da história da humanidade?

Basta sentar-se ao lado de alguém que já está tecendo e aprender o ponto...